Por Érica Miranda
@flammboatelier
O encontro da natureza do Parque Ibirapuera, com a arquitetura de Oscar Niemeyer e as obras de
arte contemporânea da Bienal de São Paulo foram a escolha perfeita para uma tarde ensolarada que
passei na cidade.
Como se já não bastasse, a visita à 36° Bienal começa nos levando a refletir sobre o distanciamento que a humanidade criou ao longo do tempo com a natureza.
Tema que tem sido recorrente em meus trabalhos.
Estar numa Bienal é tentar adentrar o universo de cada artista que aplicou suas vivencias e seu
conhecimento na obra exposta. É perceber as nuances e as texturas, é vislumbrar de longe e
descobrir de perto, é vivenciar a imersão e se deixar levar pela emoção.
Então começo minha experiência pelos três andares de possibilidades que só a arte nos permite.
Passo por tecido que parece couro, mas que representa terra.
Por fios de lã que quando tecida se transforma em um painel de corais.
Por fitas magnéticas e cobre que tornam-se fios e viram telas.
Outros tantos materias e incontáveis descobertas deixo para que vcs percebam quando tiverem a oportunidade de visitar a Bienal e então descortinar um
mundo de novas perspectivas e grandes experimentações.
Em exibição até 11 de janeiro de 2026 com entrada gratuita no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera em São Paulo. Imperdivel!







